Visual surpreende pelos brilhos e também pelo uso do laser

As imagens do uniforme que o Homem de Aço vestiria, caso Tim Burton chegasse a realizar Superman Lives , já chegaram na Internet há algumas semanas. Agora, o especialista em efeitos especiais Steve Johnson, que trabalhou na pré-produção do longa, divulgou na internet um vídeo com o equipamento em ação.

O papel seria de Nicolas Cage, como o manequim já demonstra, e as roupas parecem agora muito mais brilhantes. Na visão de Burton, o Super-Homem parece ser uma mistura de super-herói e animador de festa infantil, já que estes brilhantes lasers seriam o suficiente para iluminar qualquer pista de dança.

Mesmo observando o vídeo, com detalhes da roupa e do personagem, fica quase impossível imaginar o que teria acontecido caso esse filme tivesse sido feito.

O roteiro foi recusado pela Warner e Burton foi afastado da produção, que acabou cancelada, na ocasião.

Assista abaixo ao vídeo.



Em entrevista, diretor James Cameron confirma continuação.
Sam Worthington vai interpretar Jake Sully novamente.

O diretor James Cameron confirmou seus planos de produzir uma continuação para o longa-metragem "Avatar", de acordo com entrevista publicada pela revista "Entertainment Weekly" nesta sexta-feira (15).

O cineasta afirma que o astro Sam Worthington, que protagoniza a superprodução, já fechou contrato para estrelar a sequência de "Avatar", em que vai retornar às telas como o veterano de guerra Jake Sully.

Na entrevista, Cameron revela que já pensava em rodar uma continuação de "Avatar" desde as filmagens do longa original. "Há cenas em 'Avatar' que mantive já porque conduzem à sequência", afirma o cineasta.

"Em termos de negócios, faz sentido considerar um arco de dois ou três filmes. As paisagens e personagens gerados por computador levaram um tempo enorme para serem criados. Seria um desperdício não usa-los de novo", completa.


Ator aposta no sucesso do filósofo contra blockbuster estrangeiro.
No filme, financiado pelo governo, Chow Yun-fat interpreta Confúcio.

O astro de cinema de Hong Kong Chow Yun-fat afirmou nesta quinta-feira (14) que está confiante no sucesso da biografia do filósofo chinês Confúcio na disputa com o blockbuster "Avatar" nos cinemas chineses.

O ator de 54 anos, mais conhecido por seus papéis de gângster nos filmes asiáticos, interpreta o filósofo na produção de US$ 22 milhões, financiada pelo governo chinês e que estreia nesta quinta em Pequim.

Chow afirmou que espera que "Confúcio" renda uma boa briga contra a ficção científica de James Cameron, um sucesso global que acumulou US$ 4,8 milhões só no primeiro dia de exibição na China. A expectativa é de que, no total, o longa norte-americano arrecade US$ 73 milhões nas bilheterias chinesas.

"Se os dois filmes permanecerem em cartaz juntos, aqueles que forem ver 'Avatar' também irão ver 'Confúcio', e aqueles que forem ver 'Confúcio' também verão 'Avatar'", disse Chow em entrevista coletiva no país.

"São dois tipos diferentes de filmes, mas ambos tratam de humanidade", disse o astro de "O tigre e o dragão".

"Confúcio", que estreia na China em 22 de janeiro, é parte de um resgate recente do filósofo, que chegou a ser denunciado pelo líder chinês Mao Zedong por sua ênfase na harmonia e respeito às hierarquias sociais que contrastavam com a ideologia marxista do progresso através do conflito.

Durante a Revolução Cultural de ultra-esquerda (1966-1976) sob o regime de Mao, soldados conhecidos como "guardas vermelhos" atacaram a casa da família de Confúcio, os sepulcros da família e um templo que homenageava o pensador em Qufu, sua cidade natal, destruindo cerca de 6.600 relíquias.

Resgate confuciano

Mas o status do velho sábio foi retomado recentemente. Clássicos de Confúcio foram adotados por universidades e até presídios têm ensinado a filosofia de Confúcio para os detentos.

O governo chinês passou a criar institutos de Confúcio fora do país em 2004 para promover a língua e a cultura chinesas. Um livro de reflexão sobre Confúcio escrito por uma professora chinesa se tornou um grande hit no país.


'Playground', de Libby Spears, estreia no evento nova-iorquino. Longa tem produção executiva de Steven Soderbergh e George Clooney.

A cineasta Libby Spears pretendia fazer um documentário sobre a exploração sexual de crianças na Ásia e América Latina, mas mudou de idéia quando descobriu que o tráfico sexual de crianças é um problema sério nos Estados Unidos.

"Playground", que estreou no Festival de Cinema Tribeca 2009, em Nova York, analisa a exploração sexual infantil nos Estados Unidos, as discrepâncias nas leis e a percepção da exploração de crianças em outros países e nos EUA.

"Temos leis neste país que protegem vítimas internacionais do tráfico sexual e não temos leis que protegem as vítimas no país, mas isso está começando a mudar", disse a diretora à Reuters em entrevista recente.

"Aqui (nos EUA), quando se trata de uma menina de 12 anos, as pessoas gostam de dizer que ocorre prostituição, gostam de descrever a menina como prostituta, quando isso não é exato", disse Spears, que espera que seu filme ajude a conscientizar a população e a impelir mudanças na política pública. "É preciso haver mais recursos de longo prazo para essas crianças e adolescentes."

Pesquisa

O filme cita dados da organização Acabar com a Prostituição Infantil, Pornografia Infantil e Tráfico de Crianças para Fins Sexuais (ECPAT, na sigla em inglês), segundo a qual 25% do turismo sexual infantil no mundo é feito por cidadãos norte-americanos.

O grupo internacional diz também que 300 mil crianças nos EUA estão em risco de serem forçadas a atuar no comércio sexual.

Spears diz que seu filme mudou de rumo graças a uma entrevista que fez com Ernie Allen, presidente e executivo-chefe do Centro Nacional de Crianças Desaparecidas e Exploradas.

"As pessoas pensam que isso não acontece neste país. Pode em alguns casos parecer diferente do que acontece em outras partes do mundo, mas crianças vulneráveis são, sim, alvos de exploradores e cafetões e são atraídas para o comércio sexual", diz Allen no documentário.

"Não há muitas cidades norte-americanas nas quais não seja possível encontrar crianças e adolescentes nas ruas atuando no comércio sexual, e virtualmente nunca isso é por vontade própria", afirmou ele. "É crime organizado."

Personagem

Ao longo de todo o filme, Spears procura uma menina chamada Michelle que foi vítima de abusos de seus pais adotivos e foi sequestrada em Portland, Oregon, aos 11 anos de idade. Foi encontrada pouco depois pela polícia em Vancouver, sendo paga por homens para fazer sexo com eles.

Ela foi entregue a cuidados adotivos novamente nos Estados Unidos, mas voltou a desaparecer em 2004, quando tinha 14 anos, e o fato nunca foi denunciado às autoridades. Spears a encontrou em 2008. Michelle vinha trabalhando no comércio sexual e tinha dois filhos pequenos. Durante as filmagens ela foi presa por envolvimento com drogas.

"O fato de que a encontrei foi milagroso", disse Spears, que usou a história de Michelle para exemplificar a falta de ajuda dada às crianças exploradas. "Ela não está bem. Está grávida de cinco meses e vive uma situação de abusos."

Entre os produtores executivos do filme estão o diretor Steven Soderbergh e o ator George Clooney.

"Entramos apenas para dar um apoio, porque consideramos o tema realmente importante e urgente", disse Soderbergh à Reuters.

Libby Spears espera que seu filme seja exibido em universidades e escolas.

Ator filmou comédia com Alexis Blendel, a Rory da série de TV.
'The post grad survival guide' chega aos cinemas americanos em agosto.

Depois de atuar no filme "I love you Phillip Morris", com Jim Carrey, Rodrigo Santoro aparece em mais uma comédia de Hollywood, "The post grad survival guide", estrelada por Alexis Blendel, a Rory da série "Gilmore girls".

Foto: Divulgação/Divulgação

Em 'Post grad survival guide', Santoro vive vizinho de Alexis Bendel (Foto: Divulgação)

No longa-metragem, que deve chegar aos cinemas americanos em agosto, o ator brasileiro interpreta David, vizinho e amigo de Ryden Malby, personagem de Alexis Blendel. Ainda não há previsão de estreia do longa no Brasil.

Na trama, ela vive uma garota recém-formada na universidade, que não consegue emprego e se vê obrigada a voltar para a casa de sua problemática família. Desempregada, solteira e frustrada, Ryden busca ajuda nas amizades.

O elenco também conta com os veteranos Michael Keaton e Carol Burnett, além de Zach Gilford, da série "Friday Night Lights". O filme é dirigido por Vicky Jenson, que ficou conhecida por assinar as animações "Shrek" e "O espanta tubarões".


Nos EUA, 'Bruno' foi classificado como impróprio para menores de 18 anos.
Sacha Baron Cohen volta às telas encarnando repórter gay.

Cerca de três anos depois do filme-fenômeno "Borat", o ator e roteirista Sacha Baron Coen quer levar uma nova polêmica aos cinemas. Em seu novo filme, "Bruno", que tem estreia prevista para o início de julho, ele interpreta um repórter gay que é enviado aos EUA por uma TV austríaca.

Com a proximidade do lançamento, os produtores de "Bruno" receberam esta semana a classificação indicativa imposta ao filme, que foi considerado impróprio para menores de 18 anos nos EUA. A produção recebeu o selo NC-17 da Motion Picture Association of America, órgão responsável pela censura nos cinemas do país.

Assim, Cohen e sua equipe anunciaram nesta terça-feira (31) que vão reeditar o longa-metragem para escapar da censura, de acordo com informações da revista especializada "Variety".

Eles querem tentar conquistar a classificação R, que permite que menores de 18 anos tenham acesso ao filme desde que acompanhados de um adulto.

Os produtores de "Bruno" planejam cortar algumas cenas do longa-metragem, que podem futuramente ser incluídas como material extra no lançamento em DVD.

'Knowing' conta a história de números que preveem catástrofes.
Aguardada comédia ficou em segundo lugar; Julia Roberts, em terceiro.

O filme apocalíptico "Knowing", estrelado por Nicolas Cage, dominou as bilheterias norte-americanas em seu fim de semana de estreia, de acordo com números prévios divulgados pela Exhibitor Relations divulgados neste domingo (22). A grande produção dirigida por Alex Proya, sobre uma série de números que preveem catástrofes, arrecadou US$ 24,8 milhões.

Foto: Divulgação

Nicolas Cage em cena de ''Knowing'', líder de bilheteria (Foto: Divulgação)

Em segundo lugar, aparece "Eu te amo, cara", uma comédia que conta os problemas de um homem e de sua testemunha de casamento, com US$ 18 milhões.

"Duplicidade", que marca o retorno de Julia Roberts, ficou em terceiro, com US$ 14,4 milhões, seguido do filme de aventuras da Disney "Montanha enfeitiçada", com US$ 13 milhões. "Watchmen - o filme" ficou em quinto, com US$ 6,7 milhões.

Completam a lista dos mais vistos no fim de semana: "The last house on the left" (US$ 5,9 milhões), "Busca implacável" (US$ 4,1 milhões), "Quem quer ser um milionário?" (US$ 2,7 milhões), "Madea goes to jail" (US$ 2,5 milhões) e "Coraline e o mundo secreto" (US$ 2,1 milhões).
Adaptação da série 'The Spirit' chega aos cinemas do país nesta sexta (20).
Filme tem Eva Mendes, Scarlett Johansson e Samuel L. Jackson no elenco.

Hollywood e os fãs de histórias em quadrinhos estão "de mal". Conquistada a duras penas nas últimas décadas com produções bem-sucedidas como "Homem-Aranha", "X-Men" e os dois últimos "Batman", a relação de amor entre as duas partes sofreu um baque neste mês com a estreia de "Watchmen".

Cultuada por 9 em cada 10 fãs de super-heróis e considerada "infilmável" por muitos, a HQ de Alan Moore e Dave Gibbons rachou opiniões quando sua adaptação finalmente chegou aos cinemas - houve quem gostasse da versão de Zack Snyder por sua fidelidade quase literal à HQ e houve quem criticasse justamente por ser fiel demais.

Foto: Divulgação


Dilema semelhante enfrenta Frank Miller, com sua versão para a tela grande de "The Spirit", obra de Will Eisner igualmente idolatrada pelos leitores de quadrinhos que estreia no país nesta sexta-feira (20). Sem risco de exagero, Eisner - morto em 2005 quando as negociações para adaptar a HQ já tinham se iniciado - é nada menos que o "deus" da narrativa dos quadrinhos. Foi ele quem cunhou o termo "graphic novel" e são dele algumas das indiscutíveis obras-primas do gênero como "Um contrato com Deus" e "O edifício".

Criada como uma tira de jornal no início da década de 1940, "The Spirit" era um dos principais veículos para a experimentação do autor, seja em seus roteiros voltados para leitores mais adultos, seja na inovadora linguagem gráfica desenvolvida por Eisner ao longo dos anos em que se dedicou ao projeto.

Também quadrinista e entusiasmado com sua curta mas razoavelmente pacífica relação com Hollywood - são dele as HQs que deram origem aos filmes "Sin city" e "300" -, Miller, estreante na direção, decidiu chamar para si a responsabilidade de levar "The Spirit" aos cinemas.

Amigo e discípulo de Eisner desde a década de 1970, o autor de HQs como "Batman - O cavaleiro das trevas" e "Ano um" revelou em julho passado, em San Diego, que não conseguiria enxergar outra pessoa que não ele fazendo o serviço. Resultado: lançado nos Estados Unidos em dezembro de 2008, o longa-metragem foi um fracasso de público e crítica, desdenhado por cinéfilos e fãs do personagem clássico de Eisner na mesma proporção.

As primeiras acusações diziam respeito - adivinha? - à falta de fidelidade de Miller à criação de seu suposto mestre. Diferentemente da versão em papel, o Spirit do cinema ganhou superpoderes e agora é capaz de se curar dos tiros e ferimentos inflingidos por seus inimigos em questão de horas.

Mais grave ainda, disseram os fãs, foi o fato de Miller ter dado um rosto ao arqui-inimigo de Spirit, o vilão Octopus, que na HQ só aparece na penumbra, no máximo com as luvas visíveis. Parece não importar aos críticos que o rosto e a voz de Octopus sejam do sensacional ator Samuel L. Jackson, que imprime um tom adequado de gibi ao personagem - afinal, quem Miller acha que é para tamanha ousadia? O diretor, talvez...

Recheado de belíssimas mulheres - Eva Mendes, Scarlett Johansson, Sarah Paulson, Jaime King etc. - mas estrelado por um ilustre desconhecido - Gabriel Macht -, "The Spirit" também foi alvo de reclamações por um flagrante artificialismo nas cenas e diálogos.

Quem viu (e gostou de) "Sin city", no entanto, tem pouco do que reclamar nesse sentido: esse mesmo artificialismo, com longas narrações em off e cenas de lutas nada verossímeis, é a marca registrada do trabalho de Miller. Eisner também não se preocupava ainda com os grandes dramas sociais a que viria se dedicar décadas depois - seu "The Spirit" era "só" uma tira policial, de aventura e mistério, com doses de sexismo e racismo que eram até comuns nas criações da época.

Mas, à parte as alterações já citadas e mais algumas mudanças para atualizar a trama - na década de 1940 não existiam telefones celulares, por exemplo -, Miller soube transportar para o seu filme a sensualidade das femme fatales da HQ e, principalmente, a estética das tiras com seus jogos de luz e sombra e uma cuidadosa mistura do branco-e-preto com cores. Também transparece no longa a influência do cinema noir e expressionista, com suas sombras e ângulos inusitados, que caracterizava os originais de Eisner.

"The Spirit", o filme, pode não agradar a todos, da mesma forma que as tirinhas da HQ, se lidas hoje, provavelmente não atrairiam novas legiões de leitores para as histórias em quadrinhos. Mas só a disposição de Miller em, como fazia Eisner, buscar uma linguagem experimental e diferenciada para levar sua versão do personagem às telas já indica que ele, sim, pegou o "espírito" da coisa. O resto é discutir o sexo dos anjos.
Versão mirim do herói mutante ainda mostra garras de ossos.
Em seu primeiro longa, o X-Man terá a companhia de Gambit.

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Cena do filme 'Wolverine' mostra o pequeno Logan com as garras de osso, antes de receberem o metal adamantium. Longa contará a origem do herói mutante que mais tarde se juntaria aos X-Men (Foto: Divulgação)

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Previsto para chegar ao Brasil em 30 de abril, filme também marcará a estreia do personagem Gambit nos cinemas. O mutante também conhecido como Remy LeBeau será interpretado pelo ator Taylor Kitsch. (Foto: Divulgação)

Os dois jovens participaram do filme 'Quem quer ser um milionário?'.
Pais foram contra viagem e queriam o dinheiro da passagem para os EUA.

Duas das crianças que protagonizam o filme "Quem quer ser um milionário?" e que moram em favelas de Mumbai irão a Los Angeles para assistir à cerimônia de entrega do Oscar, no qual o longa-metragem tem dez indicações, informou nesta quarta-feira (18) a agência "Ians".

Rubina Ali, que interpreta a pequena Latika, e Azharuddin Ismail, que faz Salim, o irmão do protagonista (Jamal), viverão um sonho que esteve a ponto de não se concretizar. Até poucos dias atrás, os pais eram contrários à viagem, e pediam ao produtor da fita que desse o dinheiro das passagens de avião para aliviar sua pobreza.

Por fim, Rubina viajará para Los Angeles acompanhada do tio, e Azharuddin terá a companhia da mãe. "Acho que todos ganharemos os prêmios, venceremos os dez", disse a um canal de televisão o pequeno ator, que interpretou o personagem de Salim na infância.

O secretário-geral do Comitê de Defesa dos Favelados, Tapeshwar Vishwakarma, apresentou um processo contra vários participantes indianos no filme, cuja primeira audiência aconteceu nesta quarta em um tribunal de Patna, no estado de Bihar, norte do país.

Segundo ele, o nome do longa "ofende a sensibilidade" dos moradores de comunidades pobres. Os juízes da corte de Patna fixaram uma nova audiência do caso para a próxima segunda-feira, um dia depois do Oscar.

Comédia chega aos cinemas brasileiros nesta sexta (23).
Courtney Cox e Keri Russell também estão no elenco.

À primeira vista, parece estranho ver o nome de Adam Sandler -- famoso por suas comédias recheadas de palavrões e referências sexuais -- num filme da Disney para toda a família. Mas é exatamente isso que acontece em "Um faz de conta que acontece", que estreia no país em cópias dubladas e legendadas.

O comediante declarou diversas vezes que queria fazer um filme que seus filhos pudessem ver. O resultado é esta comédia para todas as idades, em que o ator não chega a abandonar completamente os exageros que o fizeram famoso.

O personagem de Sandler é Skeeter, um faz-tudo num hotel que um dia pertenceu ao seu pai (Jonathan Pryce), que foi obrigado a vendê-lo para que não fosse à falência. Antes da venda, fez um acordo com o novo dono, que prometeu dar a gerência do local a seu filho, na época um menino, quando ele crescesse. Décadas depois, a promessa não foi cumprida. Skeeter está longe de ser o gerente e sempre perde a promoção para outras pessoas.

Crianças

Quando a irmã de Skeeter, Wendy (Courtney Cox, da série "Friends"), precisa viajar, ela deixa com ele seus dois filhos pequenos. Promete que a tarefa de cuidar das crianças será dividida com a amiga dela, a professora Jill (Keri Russell, de "Missão Impossível 3").

Não demora muito e Skeeter percebe que uma das formas de prender a atenção das crianças é contar histórias e deixar que os sobrinhos inventem o destino dos personagens. As historinhas têm uma certa relação com a vida de Skeeter -- é como se ele fosse o protagonista delas. Com o tempo, ele nota que, ao contar um conto, este, de certa forma, se materializa. Por isso, ele começa a manipular a realidade de acordo com seus interesses.

Assim, Skeeter inventa diversas histórias em diversos tempos e lugares, como no Velho Oeste, no Mundo Antigo e no espaço. A primeira delas passa-se na Idade Média, com Skeeter 'interpretando' o sr. Conserta-Tudo. Na ficção, o dono do hotel é o Rei, o inimigo do protagonista -- o atual gerente do hotel -- é o sr. Puxa-Saco, e a bela Jill, a Princesa Fashionista.

Assim, cada um dos segmentos serve para que Skeeter encontre a sua redenção e descubra que não é bem o fracassado que ele sempre pensou ser -- uma lição dentro dos moldes tradicionais da Disney.

"Eu não acredito em finais felizes", costuma dizer Skeeter. Mas, ao contrário dele, o diretor Adam Shankman ("Hairspray - Em busca da fama") e os roteiristas Matt Lopez e Tim Herlihy parecem adorar esse tipo de coisa -- o que não é nenhuma surpresa, dadas as origens do filme.

(Por Alysson Oliveira, do Cineweb)

* As opiniões expressas são responsabilidade do Cineweb.

Comédia de Adam Shankman, com Adam Sandler e Keri Russell. Histórias criadas por funcionário de hotel para fazer seus sobrinhos dormirem começam a se transformar em realidade.


Filme arrecadou US$ 33,8 milhões no fim de semana prolongado.
Líder da semana passada, 'Gran torino' ficou na segunda posição.

"Paul Blart: Mall Cop" alcançou o topo das bilheterias dos Estados Unidos e do Canadá neste fim de semana prolongado, em que os cinéfilos lotaram as salas, disparando a arrecadação - revelaram os números iniciais divulgados pela Exhibitor Relations, no domingo (18). Em seu fim de semana de estréia, "Mall Cop" embolsou US$ 33,8 milhões, seguido de "Gran torino", dirigido e protagonizado por Clint Eastwood, com US$ 22,2 milhões.

Foto: Divulgação

Kevin James em cena de ''Paul Blart: Mall Cop'', que liderou as bilheterias nos EUA e no Canadá neste fim de semana (Foto: Divulgação)

Em terceiro, ficou "My bloody valentine", que obteve US$ 21,9 milhões na estréia, seguido de "Notorious", sobre o rapper Notorious B.I.G, com US$ 21,5 milhões. Outro lançamento, "Um hotel bom pra cachorro", seduziu o público adulto e infantil e arrecadou US$ 17,7 milhões.

Completam a lista dos dez mais vistos no fim de semana a comédia "Noivas em guerra", com Anne Hathaway e Kate Hudson (US$ 11,7 milhões); "Alma perdida" (US$ 9,8 milhões); o épico "Defiance", com Daniel Craig (US$ 9,2 milhões); "Marley e eu" (US$ 6,3 milhões) e "Slumdog millionaire" (US$ 5,9 milhões).
Longa em que o brasileiro atua com o humorista está em Sundance.
Em 'I love you Phillip Morris' os dois têm um relacionamento homossexual.

Foto: Reprodução

Rodrigo Santoro e Jim Carrey em cena de 'I love you Phillip Morris' (Foto: Reprodução)

Rodrigo Santoro parece não enxergar limites diante de si. No cinema já foi travesti, músico, rei da Pérsia. E agora, ao lado de nada menos que Jim Carrey, vive um personagem gay no filme "I love you Phillip Morris", que terá sua primeira exibição no Festival de Sundance, nos Estados Unidos, neste domingo (18).

Em entrevista, o ator brasileiro mais bem-sucedido internacionalmente fala sobre a produção e conta como foi a parceria com o humorista americano. "Achei a oportunidade de trabalhar com Jim Carrey e Ewan Mcgregor sensacional."


Ele morreu na sexta (19) em decorrência de uma doença cardíaca.
Mulligan também dirigiu 'O preço de um prazer' e 'À procura do destino'.

Robert Mulligan, diretor indicado ao Oscar pelo filme "O sol é para todos", morreu na sexta-feira (19) em decorrência de uma doença cardíaca em sua casa, em Connecticut, no Estados Unidos. Ele tinha 83 anos.

Mulligan dirigiu cinco atores em performances indicadas ao Oscar: Gregory Peck e Mary Bedham no já citado "O sol é para todos", Natalie Wood em "O preço de um prazer", Ruth Gordon em "À procura do destino"; e Ellen Burstyn em "Tudo bem no ano que vem".

Peck ganhou o Oscar pelo papel do advogado Atticuz Finch em "O sol é para todos".

Mulligan era formado em jornalismo e literatura e trabalhou por seis meses no jornal "The New York Times". Ao trabalhar na CBS, se tornou assistente de produção e então ganhou a chance de dirigir a série "Suspense".

Ele também dirigiu peças de teatro na Broadway.

Adaptação de best-seller tem estréia prevista para janeiro.
Filme é do mesmo diretor de 'O diabo veste Prada'.



Jennifer Aniston divide cenas de "Marley e eu" com o cachorro protagonista do filme, que chega aos cinemas dos EUA no Natal e tem estréia no Brasil prevista para janeiro (Foto: Divulgação)

Filme com Shia LaBeouf lidera bilheterias com US$ 29,2 milhões.
'O cavaleiro das trevas' não entrou no ranking pela primeira vez.


"Controle absoluto", um thriller futurista com um vilão no estilo Big Brother, que se infiltra nos telefones, TVs e computadores, teve uma boa estréia, neste fim de semana, com US$ 29,2 milhões, e liderou as bilheterias norte-americanas, de acordo com números preliminares divulgados pela Exhibitors Relations, neste domingo (28).

Em segundo lugar, aparece outro lançamento: a história romântica "Noites de tormenta", que traz mais uma vez um casal protagonizado por Diane Lane e Richard Gere, com US$ 13,6 milhões.

Em terceiro, com US$ 7 milhões, ficou o thriller "O vizinho", com Samuel L. Jackson, seguido de "Fireproof" (US$ 6,5 milhões), que mostra as tentativas de um heróico capitão dos Bombeiros para salvar seu casamento.

A comédia dos irmãos Coen, "Queime depois de ler", com George Clooney e Brad Pitt, aparece em quinto, com US$ 6,1 milhões, somando US$ 45,5 milhões desde seu lançamento.

Em sexto, com US$ 5,5 milhões, vem o filme de animação "Igor", seguido do drama policial "As duas faces da lei" (US$ 3,8 milhões), com Robert De Niro e Al Pacino, acumulando US$ 34,8 milhões desde que entrou em cartaz, há três semanas.

Completam a lista provisória dos mais vistos do fim de semana "Amigos, amigos, mulheres à parte" (US$ 3,8 milhões), a obra de Spike Lee "Miracle at St. Anna", (US$ 3,5 milhões) e o drama "The Family that Preys" (US$ 3,2 milhões).

Pela primeira vez em dois meses e meio, a seqüência de Batman "O cavaleiro das trevas" não entrou no ranking, após arrecadar meio milhão de dólares durante o verão (hemisfério norte).

Norte-americano lutava contra um câncer de pulmão.
Artista premiado com o Oscar estava com 83 anos.


O ator norte-americano Paul Newman, de 83 anos, morreu na sexta-feira nos Estados Unidos, noticiaram neste sábado (27) o jornal "The Oregonian" e a agência de notícias Associated Press. O ator lutava contra um câncer de pulmão.

"A obra de Paul Newman foi a atuação. Sua paixão foi para as corridas de automóveis. Seu amor foi para sua família e amigos. E seu coração e alma foram dedicados a ajudar a fazer do mundo um lugar melhor para todos", disse o vice-presidente da fundação Newman's Own, Robert Forrester, em declaração feita em Westport, Connecticut.

Na primeira semana de agosto, o jornal “The Daily Mail” divulgou que Newman teria poucas semanas de vida e pediu aos seus familiares para deixar o hospital. O jornal citava como fonte um amigo da família.Newman tinha três filhas com Joanne Woodward, com quem foi casado por 40 anos, e outras duas de seu primeiro casamento com Jackie White. Há um mês, a imprensa noticiou que o ator teria pedido para sua filha mais velha, Nell, cuidar dos negócios da família.

Newman anunciou há pouco mais de um ano que estava se aposentando devido à sua idade. Ele atuou em cerca de 60 filmes. Ao todo, recebeu nove indicações ao Oscar, mas só levou a estatueta de melhor ator em 1986, pelo filme "A cor do dinheiro", no qual fez o mesmo papel pelo qual foi indicado ao prêmio em 1961, no filme "Desafio à corrupção".

Newman também dirigiu carros de corrida e criou uma linha de produtos alimentícios, a Newman's Own, que tem seu nome e seu rosto nos rótulos - os lucros são integralmente doados para a caridade.

Diretor Sam Raimi também fecha acordo para trabalhar nos novos filmes.
Quarto e quinto longas da série podem ser rodados simultaneamente.

Está confirmado: Tobey Maguire vai estrelar os próximos filmes da série "Homem-Aranha". O diretor Sam Raimi também vai trabalhar no quarto e quinto longas da franquia. As informações são do blog Deadline Hollywood Daily.

O ator e o cineasta assinaram contrato esta semana, de acordo com informações publicadas nesta sexta-feira (5) do blog. A notícia chega após mais de um ano de especulações e dúvidas sobre "Homem-Aranha 4" e "Homem-Aranha 5".

Segundo o blog, ainda não há nada fechado em relação à contratação de Kirsten Dunst, que interpretou a namorada do protagonista Peter Parker, Mary-Jane Watson, nos três primeiros longas. Também não há definição sobre quem vai encarnar o vilão.
A trama de "Homem-Aranha 3" oferece sinais de que Dr. Curt Connors, personagem de Dylan Baker, é um vilão em potencial para o filme seguinte. Nos quadrinhos, Connors é professor de Parker na universidade e vira um lagarto do mal depois que sofre uma reação a um medicamento.
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A Sony pretende filmar os dois longas, "Homem-Aranha 4" e "Homem-Aranha 5", simultaneamente, como foi feito na franquia "O senhor dos anéis". Ambos os roteiros são assinados por James Vanderbilt, que escreveu "Zodíaco".

As filmagens da quarta parte da série devem começar no segundo semestre deste ano. A produção tem estréia mundial prevista para maio de 2011.

Voz cavernosa do ator Don Lafontaine anunciou milhares de filmes. E agora?

Que trailer de filme hollywwodiano segue uma fórmula clássica, meio mundo já sacou. Só que a receita do bolo sofreu forte abalo em um dos principais ingredientes: a voz grave que anuncia sempre da mesma maneira o dramalhão à comédia rasgada. O ator Don Lafontaine morreu dia 1, segunda-feira, aos 68 anos, por causa das complicações de um pneumotórax.

O currículo de Lafontaine incluiu cinco mil gravações de trailers, comerciais e jogos de videogame. A expressão ‘In a wolrd’ (em um mundo), um clichê recorrente nos trailers, ficou famosa na voz do ator e caiu nas graças de diversos humoristas dispostos a debochar de algum filme.

Resta saber como serão as coisas para Hollywood ‘em um mundo’ sem Don Lafontaine.

'Burn after reading' abre Festival de Veneza nesta quarta-feira (27).
Comédia de humor negro traz Brad Pitt, George Clooney e John Malkovich.


Depois de saírem vencedores da última edição do Oscar, os irmãos Ethan e Joel Coen atraíram olhares atentos de cinéfilos do mundo inteiro. Com “Onde os fracos não têm vez”, a dupla de cineastas faturou quatro prêmios da Academia, incluindo melhor filme e direção.


Agora, seis meses depois, os Coen enfrentam um novo desafio, o lançamento seu novo longa-metragem, “Burn after reading”, sob o peso da responsabilidade daquelas quatro estatuetas douradas que hoje ostentam em suas prateleiras.
A estréia do novo trabalho não poderia ser mais especial: “Burn after reading” abre nesta quarta-feira (27) o Festival de Veneza, um dos mais prestigiados eventos do calendário do cinema mundial e um sabido termômetro do Oscar. Para completar, a sessão de gala promete atrair holofotes com a presença de seu elenco principal, composto pelos astros Brad Pitt, George Clooney e John Malkovich.
ovo desafio

Mas o que podemos esperar dos irmãos Coen desta vez? O novo longa é uma comédia de humor negro, que gira em torno do universo da agência de inteligência americana e da estética corporal. Em uma entrevista coletiva na época das filmagens, os diretores chegaram a definir a história como “um duelo de idiotas”.

Rodado em Nova York, cidade onde os Coen moram, o filme traz um visual um pouco diferente dos trabalhos anteriores dos irmãos, já que é o primeiro rodado sem Roger Deakins, diretor de fotografia de todos seus longas desde 1990. Quem assume o posto é o mexicano Emmanuel Lubezki, que trabalhou com Alfonso Cuarón e Michael Mann.

Trama

Em “Burn after reading” (Queime depois de ler), John Malkovich interpreta Ozzie Cox um agente veterano da CIA que é demitido por causa de seu alcoolismo. Ele resolve se vingar de seus chefes na agência escrevendo um escandaloso livro de memórias.
Entretanto, a mulher de Cox, Katie (Tilda Swinton), rouba o CD que contém suas revelações e acidentalmente o esquece em sua academia de ginástica, onde o disco é encontrado pelo personal trainer Chad (Pitt) e a proprietária do local, Linda (Francês McDormand), que decidem chantagear o ex-agente com as informações.

Entra em cena o policial Harry (Clooney), um sujeito vaidoso ao extremo, tarado e cheio de manias que tem um caso com a mulher de Cox. Só que Harry conhece Linda por meio de um serviço de namoro online e acaba se envolvendo no plano de chantagem.
“Burn after reading” chega aos cinemas americanos dia 12 de setembro e estréia no Brasil em 28 de novembro. Enquanto isso, Ethan e Joel Coen já preparam mais uma comédia, “A serious man”, que terá os pouco conhecidos Michael Stuhlbarg e Richard Kind como protagonistas e será lançada em 2009.