Não é o só porque o filme já está nos cinemas que o Disney Mania vai parar de trazer novidades sobre o sucesso “Enrolados” da Disney! Nesse especial, você vai poder saber mais sobre a hilária canção “Um Sonho Eu Tenho” que é interpretada na versão dublada por Sylvia Salustti como “Rapunzel“, Raphael Rossato como “Flynn Rider“, Mauro Ramos como “Hookhand“, Renato Rabello como “Lovelorn“, e com o coro de Claudio Galvan, Jill Viegas, Jorge Costa e Maurício Luz.

Já na versão original em inglês, temos Mandy Moore como “Rapunzel“, Zachari Levi como “Flynn Rider“, Brad Garrett como “Hookhand“, Jeffrey Tambor como “Lovelorn“, e coro.

A divertida canção acontece no momento em que Rapunzel e Flynn Rider vão à espelunca “Patinho Fofinho” e encontram um bando de supostos valentões de bar, que na verdade são pessoas cheias de belos sonhos, como você poderá ver no clipeque está no vídeo especial abaixo.

Você também pdoerá reconhecer alguns atores americanos conhecidos interpretando as canções nos bastidores do vídeo, além de ver o grandioso trabalho da orquestra da Disney realizando um tema instrumental do filme e, por fim, ver a Claire Keane (filha de Glen Keane, desenhista da Fera, de A Bela e a Fera, Tarzan e outros Clássicos Disney) trabalhando em uma pintura digital que encontramos a torre de Rapunzel!




" A Walt Disney Pictures apresenta Enrolados, um dos contos mais hilariantes e de arrepiar os cabelos já contados. Quando o bandido mais procurado do reino – e também o mais charmoso – Flynn Rider (voz de Zachary Levi) se esconde em uma misteriosa torre, ele se torna refém de Rapunzel (voz de Mandy Moore), uma bela e mal-humorada adolescente que vive presa na torre com seus mais de 21 metros de mágicos cabelos dourados. A curiosa captora de Flynn, que está procurando um meio de sair da torre onde está trancada há anos, faz um acordo com o belo ladrão e a dupla improvável parte em uma fuga repleta de ação, junto com um supercavalo policial, um camaleão superprotetor e um bando de criminosos beberrões. Nos cinemas na temporada de férias em Disney Digital 3D™, Enrolados é uma história de aventura, emoção, humor e cabelos — muitos cabelos. O filme chega aos cinemas do Brasil em 07 de Janeiro de 2011. "
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'Enrolados', que estreia nesta sexta-feira, traz versão moderna de Rapunzel.
Infográfico mostra os 50 desenhos do estúdio e porque alguns são clássicos.

Em 1937, quando animação ainda era chamada de desenho, a Disney lançava “Branca de neve e os sete anões”, filme que revolucionou o mercado do cinema e até hoje serve de modelo para quem produz longas nesse formato.

Setenta e quatro anos depois, estreia nesta sexta-feira (7) o longa número 50 do estúdio, “Enrolados”, que tem a difícil missão de provar ao mercado (e ao público) que a Disney ainda é referência dentro do gênero, hoje dominado pelos computadores gráficos da Pixar, DreamWorks e Blue Sky.

A história de “Enrolados” é uma versão moderna do conto da Rapunzel: Flynn Rider (voz de Luciano Huck na versão dublada) é um ladrão atrapalhado e com pinta de galã que entra em uma torre para fugir. Lá dentro é raptado por uma bela jovem de longos cabelos dourados mágicos – 21 metros em específico, orgulha-se a Disney. Com razão: a realidade das madeixas impressiona.

Assim como em “A princesa e o sapo” (2009), o estúdio novamente aposta em um conto de fadas, a grande fórmula mágica da empresa, para atrair os espectadores. Crianças, em especial. “A Disney está tentando achar o seu público novamente, pois hoje está atrás da Pixar, da DreamWorks e da Blue Sky. Tradição e legado são importantes, mas público e mercado mudam”, analisa Marcelo de Moura, diretor da Academia e Artes Digitais (artAcademia).


O animador fala com autoridade, pois trabalhou na produção de “Pocahontas”, “Mulan”, Fantasia 2000” e “Tigrão, o filme”, longas da Disney entre a metade e o final da década de 1990. Nessa época ela mantinha uma certa hegemonia do mercado da animação. Apesar de criar clássicos há mais de 70 anos, como “Pinóquio” (1940), “Cinderela” (1950) e “As aventuras do Ursinho Puff” (1977), foi a partir de “A pequena sereia” (1989) que a empresa lançou verdadeiros blockbusters musicais como “Aladdin” (1994) e “O rei leão” (1995).

Mais do que ver nas bilheterias o enorme retorno do investimento desse tipo de produção (a Disney chegou a fechar o departamento de animação cinematográfica em 1963 por não ter lucro com seus desenhos), esses títulos deram vários Oscar à empresa – em especial, de trilha sonora. “A bela e a fera” (1992), inclusive, foi indicado ao Oscar de melhor filme, feito repetido apenas por "Up - altas aventuras" no ano passado.

Foi a partir de “Toy story” (1995) e da criação da DreamWorks (cujo sócio era Jeffrey Katzenberg, executivo responsável pelos grandes sucessos da Disney desde 1984) um ano antes que a Disney passou a perder terreno. Moura lembra da reação do estúdio ao ver a primeira cena, digital, do desenho de Woody e Buzz Lightyear.

“Vi na hora que a animação digital seria o próximo passo. O John Lasseter chegou a entrar na minha sala e me incentivar a provar as possibilidades da computação gráfica”, recorda.

A sugestão não era à toa. Anos depois Moura foi para a Blue Sky e ajudou a criar a série “A era do gelo". Já Lasseter tornou a Pixar uma potência tão forte no mercado da animação que a Disney não teve outra opção a não ser comprar o estúdio em 2006 e nomeá-lo presidente e chefe de criação das duas empresas.

Até 20 anos atrás, era comum assistir a um desenho qualquer e elogiá-lo da seguinte maneira “parece da Disney”. Desde os anos 2000, o elogio passou a ter a Pixar como referência. Com “Enrolados” é assim - e não há nada de mal nisso.