O drama vampiro adolescente “Crepúsculo” dominou a cerimônia de entrega do Teen Choice Awards neste domingo (9), ganhando 11 prêmios, incluindo o de Melhor drama, romance, beijo, briga e trilha sonora.
Kristen Stewart ganhou como Melhor atriz em filme dramático, enquanto Robert Pattinson ficou com dois dos troféus em forma de prancha de surfe – um para Melhor ator em drama e outro para Garoto mais bonito. “Nos vemos nos cinemas em novembro”, disse o colega de set Taylor Lautner para a plateia.
Lautner e Ashley Greene, que vão aparecer ao lado de Stewart e Pattinson em “Lua nova”, sequência de “Crepúsculo”, ganharam os prêmios de Revelação cinematográfica masculina e feminina, enquanto Cam Gigandet foi considerado o Melhor vilão. A diretora Catherine Hardwicke subiu ao palco junto com o elenco para aceitar o pacote de troféus da adaptação.
O Teen Choice Awards, que contou com mais de 83 milhões de votos na internet, premiou celebridades da TV, cinema, música e esportes. Diversos vencedores – incluindo a cantora Miley Cyrus e os apresentadores do prêmio Jonas Brothers – levaram para casa mais de um troféu na 11ª cerimônia anual, no Gibson Amphitheatre, em Hollywood.
Cyrus foi embora com seis prêmios, como Melhor atriz e Melhor programa de comédia na TV e por “Hannah Montana”; Melhor atriz de musical e melhor explosão de raiva por “Hannah Montana: o filme”, Melhor single de música por “The climb” e Música do verão com “Before the storm”, ao lado dos Jonas Brothers.
Os Jonas Brothers ficaram com cinco troféus, incluindo a categoria de Ícones masculinos do tapete vermelho. Eles abriram a cerimônia tocando em um pequeno palco que se movia por toda a plateia. Ao longo da noite, o trio completou desafios sugeridos pelas fãs. Em um ponto, o irmão mais novo Nick teve que abraçar uma longa fila de fãs. “São apenas abraços”, avisou Joe. “Vocês não vão conseguir um relacionamento de longo prazo aqui, garotas”.
Outros ganhadores incluíram a série “Gossip girl” e Zac Efron, de “High school musical”. Chace Crawford, Leioghton Meester e Ed Westwick foram ganhadores nas categorias Melhor ator, atriz e vilão de drama na TV, além de Melhor série. Efron ganhou como Melhor ator em filme musical por “High school musical 3” e Melhor ator de comédia e por Momento rockstar por “17 outra vez”.
A cerimônia ainda contou com vários momentos estranhos. Kathy Griffen chegou ao tapete vermelho acompanhada de Levi Johnston, o ex-noivo adolescente de Bristol Palin, filha da ex-governadora do Alasca Sarah Palin. Mike Tyson cortou o cabelo de Joe Jonas como parte de uma brincadeira. E antes de apresentar o prêmio de garoto e garota mais bonitos, a comediante Dane Cook pediu para que Vanessa Hudgens ficasse vestida.
Documentário sobre Arnaldo Baptista também está na programação.
Um dos filmes brasileiros mais vistos no ano,“Divã” abre nesta segunda-feira (3) a programação do Cine Fest Petrobrás Brasil-NY, evento que apresenta seleção de longas e curtas nacionais no Tribeca Cinemas, em Nova York.
Protagonizado por Lilia Cabral e dirigido por José Alarenga Jr., o filme conta a história de uma quarentona que decide frequenter a terapia.
A programação deste primeiro dia inclui ainda “Romance”, longa de Guel Arraes, com Wagner Moura e Letícia Sabatella, baseado na lenda de Tristão e Isolda. Na sequência, entram em cartaz “Budapeste”, filme de Walter Carvalho baseado no livro homônimo de Chico Buarque, e “A erva do rato”, mais recente produção de Julio Bressane, com Alessandra Negrini e Selton Mello.
No quesito documentários, o elogiado “Loki – Arnaldo Baptista”, sobre o fundador dos Mutantes, encerra a noite, acompanhado ainda de “Fumando espero”, assinado por Adriana Dutra.
A abertura do Cine Fest Petrobras Brasil-NY aconteceu no domingo (2), no Central Park, com show de Silvia Machete e a exibição do filme “Se eu fosse você 2”.
O festival de cinema brasileiro reúne, neste ano, alguns dos maiores hits da produção nacional recente. Com 15 longas, 13 deles em competição, a mostra ainda tem como destaque o inédito “Hotxuá”, no qual Letícia Sabatella assina a direção ao lado de Gringo Cardia.
Festival acontece entre os dias 2 e 12 de setembro na Itália.
Os brasileiros "Insolação" e "Viajo porque preciso, volto porque te amo" são algumas das atrações da 66ª edição do Festival de Cinema de Veneza, que também terá em competição o controvertido cineasta americano Michael Moore e um documentário sobre a hecatombe econômica mundial, anunciou nesta quinta-feira, em Roma, o diretor da mostra, Marco Müller.
O festival, que será realizado de 2 a 12 de setembro, este ano terá 80 filmes de 25 países, sendo que 48 participarão na seção principal que disputa o ambicionado Leão de Ouro.
As duas produções brasileiras vão concorrer na mostra paralela "Horizontes", dedicada ao cinema mundial. "Insolação" tem direção de Felipe Hirsch e Daniela Thomas e "Viajo porque preciso, volto porque te amo" conta com a parceria de Marcelo Gomes e Karim Ainouz.
"Não obstante as dificuldades, o cinema continua vivo, forte, e sabe falar com eficácia do presente. Esta é a seleção mais surpreendente dos últimos anos", assegurou Müller, crítico cinematográfico e diretor pelo sexto ano consecutivo do festival de cinema mais antigo da Europa.
Além de Moore, nomes consagrados como o diretor alemão Werner Herzorg, o italiano Giuseppe Tornatore e os americanos Steven Soderbergh e Oliver Stone se apresentarão em Veneza.
Pela primeira vez em duas décadas, a mostra será inaugurada com um filme italiano, realizado por Tornatore, vencedor em 1990 do Oscar estrangeiro por "Cinema Paradiso", e que competirá com "Baaria", um drama épico siciliano estrelado por Monica Bellucci e Michele Placido.
O festival vai conceder o Leão pelo Conjunto da Obra ao americano John Lasseter, renomado animador e diretor dos estúdios da Pixar.
O cinema americano estará presente com 17 filmes, seis em competição. O diretor do júri será o premiado cineasta sino-americano Ang Lee.
A nova edição da Mostra de Veneza será marcada pelos protestos contra os cortes de fundos estatais para o cinema e o espetáculo decididos pelo governo de direita de Silvio Berlusconi, segundo anunciaram os atores italianos Sergio Castellito, Carlo Verdone e Stefano Accorsi, líderes do movimento.
Paralelo à mostra, na 24a. edição da Semana Internacional da Crítica, será projeto o documentário "Videocracy", do italiano Erik Gandini, que critica o poder excessivo alcançado por Silvio Berlusconi através de seus canais de televisão, uma obra que certamente suscitará polêmica dentro e fora do festival.
Seção oficial:
==============
Baaria, de Giuseppe Tornatore (Itália)
Soul Kitchen, de Fatih Akin (Alemanha)
La Doppia Ora, de Giuseppe Capotondi (Itália)
Accident, de Cheang Pou-Soi (China/ Hong Kong)
Persecution, de Patrice Chereau (França)
Lo Spazio Bianco, de Françasca Comencini (Itália)
White Material, de Claire Denis (França)
Mr. Nobody, de Jaco van Dormael (França)
A Single Man, de Tom Ford (EUA)
Lourdes, de Jessica Hausner (Áustria)
Bad Lieutenant: Port of Call New Orleans, de Werner Herzog (EUA)
The Road, de John Hillcoat (EUA)
Between Two Worlds, de Vimukthi Jayasundara (Sri Lanka)
The Traveller, de Ahmed Maher (Egito)
Lebanon, de Samuel Maoz (Israel)
Capitalism: A Love Story, de Michael Moore (EUA)
Women Without Men, de Shirin Neshat (Alemanha)
Il Grande Sogno, de Michele Placido (Itália)
36 vues du Pic Saint Loup, de Jacques Rivette (França)
Survival of the Dead, de George Romero (EUA)
Life During Wartime, de Todd Solondz (EUA)
Tetsuo The Bullet Man, de Shinya Tsukamoto (Japão)
Prince of Tears, de Yonfan (Hong Kong)
Seção Horizontes:
==================
Insolação, de Daniela Thomas e Felipe Hirsch (Brasil)
Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo, de Marcelo Gomes e Karim Ainouz (Brasil)
Françasca, de Bobby Paunescu (Romania) (filme de abertura)
One-Zero, de Kamla Abou Zekri (Egito)
Buried Secrets, de Raja Amari (Tunísia)
Tender Parasites, de Christian Becker e Oliver Schwabe (Alemanha)
Adrift, de Bui Thac Chuyen (Vietnã)
Crush, de Petr Buslov, Aleksei German Jr., Borisd Khlebnikov, Kirill Serebrennikov, Ivan Vrypayev (Rússia)
Repo Chick, de Alex Cox (EUA)
Engkwentro, de Pepe Diokno (Filipinas)
The Man's Woman and Other Stories, de Amit Dutta (Índia)
Paraiso, de Hector Galvez (Peru)
Io sono l'amore, de Luca Guadagnino (Itália)
1428, de Du Haibin (China)
Cow, de Guan Hu (China)
Judge, de Liu Jie (China)
Pepperminta, de Pipilotti Rist (Suíça)
Tris di donne e abiti nunziali, de Martina Gedeck (Itália)
Once Upon A Time Proletarian: 12 Tales of a Country, de Guo Xiaolu (China)
Villalobos, de Romuald Karmakar (Alemanha)
Il colore delle parole, de Marco Simon Puccioni (Itália)
The One All Alone, de Frank Scheffer (Holanda)
Toto, de Peter Schreiner (Áustria)
Fora de competição:
===================
REC 2, de Jaume Balaguero, Paco Plaza (Espanha)
Chengdu, I Love You, de Fruit Chan, Cui Jian (China)
The Hole, de Joe Dante (EUA)
The Men Who Stare at Goats, de Grant Heslov (EUA)
Scheherazade, Tell Me a Story, de Yousry Nasrallah (Egito)
Yona Yona Penguin, de Rintaro (Japão)
The Informant!, de Steven Soderbergh (EUA)
Napoli Napoli Napoli, de Abel Ferrara (Itália)
Anni Luce, de Françasco Maselli (Itália)
L'oro di Cuba, de Giuliano Montaldo (Itália)
Prove per una tragedia Siciliana, de John Turturro, Roman Paska (Itália)
South of the Border, de Oliver Stone (EUA)
Filme de Bruno Barreto marca o início do evento, que exibe 350 produções.
Estréia do longa, que vai representar o Brasil no Oscar, atrai celebridades.O longa-metragem "Última parada 174", de Bruno Barreto, abriu na noite desta quinta-feira (25) o Festival do Rio, que promete agitar a cidade com uma maratona de 350 filmes nos próximos 14 dias (confira destaques da programação).
A sessão de gala aconteceu no cinema Odeon, no Centro do Rio e atraiu uma multidão de celebridades. Além da equipe e do elenco principal do filme, compareceram à sessão Camila Pitanga, Luana Piovani, Dado Dolabella, Carol Castro, Maitê Proença, Selton Mello, Alessandra Negrini e outros.
"Estou nervoso", diz o diretor do filme de abertura, escolhido para representar o Brasil entre os candidatos à indicação ao Oscar. "O público tem tido uma reação muito passional em relação à história, e isso me deixa muito apreensivo", afirma.
Barreto defende "Última parada 174" das críticas que a produção vem recebendo (leia resenha do longa). "São comentários preconceituosos; não é um filme violento, é uma história de amor entre uma mãe e um filho", afirma o cineasta, que nega que a trama vitimize o criminoso.Sobre a expectativa para a disputa do Oscar, Barreto diz que acredita que o filme tenha "boas chances" de ficar entre os cinco finalistas. "É um drama humano muito emocionante."
"Nada é impossível", diz o protagonista de "174", Michel Gomes, que também compareceu à abertura do Festival do Rio. "Eu gosto de sonhar alto", diz o ator sobre a possibilidade de ter o longa entre os indicados ao Oscar.
Os atores Fábio Assunção e Cássia Kiss comandaram a cerimônia de inauguração da mostra e apresentaram a equipe de produção do filme. Ao palco, Bruno Barreto agradeceu ao grupo e à platéia. "Obrigado por essa recepção tão acolhedora", disse.
