Site diz que ator brasileiro será 'vilão poderoso' na ficção científica 'Elysium'. Produção terá o mesmo diretor de 'Distrito 9' e Jodie Foster no elenco.

O ator Wagner Moura fará sua estreia em Hollywood em um filme de ficção científica dirigido pelo sul-africano Neill Blomkamp, de "Distrito 9". A informação foi divulgada nesta quarta-feira (9), pelo site "The Hollywood Reporter".

Segundo a publicação, o filme terá o título de "Elysium" e também conta com os atores Matt Damon, Jodie Foster e Sharlto Copley no elenco. O personagem de Moura é descrito como "vilão poderoso, com senso de humor maluco".

Segundo o site IMDB, especializado em cinema, o longa-metragem deve ser lançado em 2012 e terá locações em Vancouver, no Canadá.

Há poucas informações sobre o roteiro de "Elysium". O "The Hollywood Reporter" informa apenas que a história é "futurística" com "conflitos sociais".

Renda total de Rupert Grint e Emma Watson foi de mais de R$ 10 bilhões

O ator Rupert Grint e a atriz Emma Watson são o casal de atores mais bem remunerado de Hollywood, segundo a revista americana Forbes.

A revista fez uma lista das duplas românticas do cinema que mais renderam em suas franquias ou em parcerias em diferentes filmes. No caso deles, a renda total foi de US$ 6,3 bilhões (R$ 10,6 bilhões).

Os bruxos conseguiram o primeiro lugar com mais do dobro de vantagem em relação ao segundo lugar, que ficou para Liv Tyler e Viggo Mortensen por sua união na trilogia O Senhor dos Anéis, que rendeu US$ 3 bilhões (R$ 5 bilhões). Logo atrás, estão Orlando Bloom e Keira Knightley pela parceria na série Piratas do Caribe, que soma US$ 2,7 bilhões (R$ 4,5 bilhões).

Curiosamente, Robert Pattinson e Kristen Stewart ficaram apenas com a quinta posição com seus três filmes da Saga Crepúsculo, que renderam US$ 1,8 bilhão (R$ 3 bilhões). Eles ficaram atrás de Leonardo DiCaprio e Kate Winslet, que apareceram juntos tanto em Titanic quanto em Foi Apenas um Sonho, somando US$ 1,9 bilhão (R$ 3,2 bilhões).

Brasil está entre os cenários mais vantajosos para fazer filmes.
Sylvester Stallone está filmando 'Os mercenários' no país.

Os estúdios de Hollywood, preocupados em cortar custos para enfrentar a crise econômica, tentam economizar através da maior feira mundial de locações de cinema, que virou "saldão" de cenários cinematográficos.

Foto: Karen Ballard/Divulgação
O ator Sylvester Stallone, que está filmando 'Os mercenários' no Brasil. (Foto: Karen Ballard/Divulgação)

O Brasil foi um desses locais procurados, mas o gerente-executivo da FilmBrazil, Paulo Henrique Miranda, insistiu na necessidade de mostrar que o país é "muito mais que floresta, praia e carnaval".

Os incentivos financeiros acabaram deixando em segundo plano a beleza das paisagens na AFCI Locations Trade Show, evento de três dias que terminou neste sábado em Los Angeles e que contou com uma grande presença latina.

"Todo o mundo fala de incentivos. Há anos, quando esta feira começou, as conversas eram mais voltadas para a parte artística. Agora, são quase dedicadas apenas aos negócios", disse à Agência Efe Andrew Edmunds, representante do Escritório de Cinema do estado da Virgínia, nos Estados Unidos.

"Interessa poupar e achar a melhor forma de financiamento com incentivos fiscais, créditos, ajuda governamental, subsídios. Ao que se soma o que o lugar oferece, recursos humanos ou facilidade operacional", disse o diretor da Association of Film Commissioners International (AFCI), Bill Lindstrom.

Um dos maiores beneficiados pelo crescente interesse no melhor custo-benefício em termos de locações foi a própria feira, que vendeu todo o espaço para expositores em janeiro e cujo número de visitantes cresceu 30% este ano em relação aos 3.400 de 2008, segundo dados preliminares de Lindstrom.

"Em tempos difíceis, é necessário ser mais agressivo na promoção, por isso é possível dizer que a crise nos afetou positivamente", afirmou o diretor da associação em relação ao evento, que comemorou sua 24ª edição.

Apesar de mais de 55% dos expositores fazerem parte de organismos cinematográficos de diferentes estados americanos, além do Brasil a presença latina esteve representada por Espanha, México, Colômbia, Argentina, Peru, Chile e Panamá.

A tendência dos grandes estúdios de transferir muitas filmagens ao Leste Europeu nos últimos anos afetou especialmente a indústria mexicana de cinema, que, pela proximidade, baixos custos e infraestruturas, costumava ser um cenário natural de Hollywood.

"Esperamos que nos vejam novamente como a grande opção. A única concorrência real do México é o fator econômico, quanto às locações não temos concorrência", defendeu Carla Raygoza, coordenadora da Comissão Mexicana de Filmagens.

Ela disse acreditar em que os problemas econômicos internacionais ajudarão o país a retomar o protagonismo do passado, porque as produtoras preferam diminuir riscos e cortar longos deslocamentos.

A representação espanhola, através do Escritório Comercial em Los Angeles, do Instituto Espanhol de Comércio Exterior (Icex) e da Spain Film Commission, insistiu nas vantagens do país em termos de serviços de produção e experiência na produção de filmes, mas enfrenta um complexo sistema de incentivos.

"Dependendo da região, há alguns incentivos ou outros, para ser comum tem que ser uma coisa do Estado", afirmou David Caballé, da Spain Film Commission.

Ele ressaltou que a atratividade espanhola em Hollywood tinha aumentado em termos financeiros comparado com 2008 graças à queda da força do euro frente ao dólar.

Uma mudança de imagem foi buscada por colombianos, que, assim como os brasileiros, se preocuparam em desfazer os estereótipos existentes em Hollywood sobre os países.

"A percepção das pessoas, em geral, é de que há insegurança, sabemos, mas a Colômbia se tornou mais e mais segura, estar na cidade não é um problema, podem vir a Bogotá e perguntar aos produtores da 'Fox' como foi", disse Lina María Sánchez, membro da Comissão Fílmica Colombiana.

Recentemente, a Fox International adquiriu uma companhia na Colômbia, onde já produziu uma série de 13 capítulos supostamente ambientada em Los Angeles, Califórnia.

Jett, de 16 anos, estava nas Bahamas com seus pais e a irmã caçula

Reprodução/Reprodução

Jett, morto em 2 de janeiro, com a família, em diferentes ocasiões

Morreu nesta sexta, 2, o filho de John Travolta. A informação foi confirmada pelo advogado da família. Ele contou à agência de notícias Reuters que Jett Travolta, de 16 anos, sofreu uma convulsão nas Bahamas, onde a família passava férias.

Segundo o advogado, foram feitas tentativas de reanimar Jett, mas ele morreu no local onde a família estava hospedada - alguns relatos dão conta de que ele estaria numa banheira na hora da convulsão, teria batido a cabeça e chegou a ser levado a um hospital local. Travolta estava acompanhado na viagem por sua mulher, Kelly Preston, e os dois filhos.

Ainda de acordo com a Reuters, Jett tinha um histórico de convulsões. Ele era o filho mais velho de Travolta e Kelly, que ainda têm Ella, de 8 anos. Já se especulou que Jett seria autista, o que foi negado por Travolta - segundo boatos, o ator se recusava a admitir o suposto autismo do filho por causa de sua crença na Cientologia.

Segundo o ator, seu filho sofria da síndrome de Kawasaki, que pode causar problemas cardíacos.

Em junho de 2007 surgiram rumores de que Travolta, Kelly e seus dois filhos, Jett e Ella, atuariam juntos em um filme com Robbin Williams. "Old Dogs" deve ser lançado em novembro deste ano mas não conta com o nome de Jett nos créditos.

Certa vez, em entrevista à revista "Reader's Digest", Travolta falou sobre as diferenças de personalidade de seus dois filhos. Enquanto a caçula Ella adora o show business, Jett sempre preferiu esportes. "Nadar, pedalar, escalar", enumerou o pai.


Joe Johnston, de 'Parque dos dinossauros 3', comandará o filme.
Longa tem previsão de estréia para 6 de maio de 2011.
Joe Johnston, cujos créditos na direção incluem "Parque dos dinossauros 3", "Jumanji" e "Rocketeer", foi escolhido para dirigir a adaptação do personagem Capitão América para os cinemas, informou no domingo (9) a "Hollywood Reporter".

Batizada de "First Avenger: Captain America" (Primeiro Vingador: Capitão América, numa tradução livre), a aventura deve chegar às telas em 6 de maio de 2011. No mesmo ano, a Marvel planeja lançar um longa coletivo do grupo de heróis dos quadrinhos conhecido como Vingadores - que também inclui Homem de Ferro, Thor e Hulk.

De acordo com a "Hollywood Reporter", o filme de Capitão América será ambientado em um cenário de Segunda Guerra Mundial.

Ainda não foram divulgados nomes de roteiristas e atores do elenco do filme de Capitão América.

Apesar de ameaça de greve, indústria prevê começar 40 filmes em 2009.
'Avatar', de James Cameron, e segundo 'Homem de Ferro' estão na lista.


A atual crise financeira nos Estados Unidos parece não repercutir em Hollywood, que prevê o início da produção de mais de 40 filmes em meados de 2009, por mais que a sombra da greve ainda paire sobre esta indústria.
Como adiantou esta semana a revista "Variety", os grandes estúdios asseguraram centenas de milhões de dólares no financiamento de estréias previstos para 2010 e 2011, entre os que destacam filmes tão esperados como "Avatar", de James Cameron, ou "Homem de Ferro 2", de novo com Robert Downey Jr. como protagonista.

Uma dessas películas "em desenvolvimento" é a versão americana do filme espanhol "Corrente", cuja rodagem está prevista para o início de 2010, disse à agência Efe uma fonte próxima à produção.

"Atualmente está sendo escrito o roteiro, por isso não se decidiu quem será o diretor nem pensamos que atores participarão", assinalou Matthew Reese, assistente de Chris Bender, um dos produtores do filme.Segundo Reese, ainda não se determinou onde se passarão as novas aventuras do policial corrupto. "É um dos pontos que mais debatemos, às vezes parece que há algo decidido, mas pode mudar a qualquer momento", disse.

Outros produções de grande expectativa que nesse período são "Edwin A. Salt", com Angelina Jolie; "Alice in Wonderland", de Tim Burton; "A-Team"; "RoboCop", de Darren Aronofsky; "Thor", de Kenneth Branagh; a sequência de "Sex and the City" ou "Nottingham", a nova colaboração entre Ridley Scott e Russell Crowe.

A "Variety" sustenta que este movimento significa de fato "o fim da greve do sindicato de atores", uma greve que embora nunca tenha se oficializado provocou que os estúdios não dessem sinal verde à multidão de projetos desde outubro de 2007.

A revista refere-se ao conflito entre estúdios, representados pela Aliança dos Produtores de Cinema e Televisão (AMPTP, na sigla em inglês), e sindicatos, já que o Sindicato dos Atores (SAG, em inglês) - organização sindical majoritária -, seguem sem assinar um novo contrato trabalhista que grupos minoritários aceitaram.

A AMPTP declarou que, a menos que houvesse uma mudança drástica na economia, aquela oferta seria intocável, como lembrou esta semana "The Hollywood Reporter".

Fontes do sindicato disseram à revista que a proposta manterá sua posição pelo menos até 18 de outubro, quando sua direção se reúne e deve decidir se autorizará uma votação a respeito de começo da greve.

O problema de fundo é quanto os atores receberão pela comercialização de DVDs e outros formatos surgidos com as novas tecnologias.

"Quando existe a ameaça de uma greve, como já ocorreu em novembro com o sindicato de roteiristas, os estúdios se apressam e tentam concluir o mais rápido possível as produções que têm em mãos", disse à agência Efe Eduardo Martínez, economista da Corporação de Desenvolvimento Econômico do condado de Los Angeles.

"Mas os estúdios são multinacionais e se a situação econômica do país se alarga até Natal ou início do próximo ano, será duro para companhias como Sony ou Universal ser imune à crise dos créditos", disse Martínez.

Todd Lindgren, vice-presidente de comunicações da empresa privada Film L.A. Inc, que autoriza as filmagens em Los Angeles, assegurou que em Hollywood "historicamente sempre respirou otimismo por se antecipar a qualquer crise".

"As pessoas querem fugir da realidade e se afastar dos problemas reais, e daí é melhor que seja com todos esses filmes de grande orçamento que farão muito dinheiro em Los Angeles e darão trabalho a milhares de pessoas", disse.

Referendo em novembro busca proibir uniões gays na Califórnia.
Casamentos entre pessoas do mesmo sexo são legais no estado.

O ator americano Brad Pitt doou US$ 100 mil aos partidários do casamento entre homossexuais na Califórnia, diante do referendo que busca proibir estas uniões, revelou nesta quarta-feira (17) o jornal "Los Angeles Times".

Os casamentos entre pessoas do mesmo sexo são legais na Califórnia desde junho, quando entrou em vigor uma decisão da Suprema Corte estadual modificando o código civil, mas os adversários da medida conseguiram reunir as assinaturas necessárias para organizar um referendo sobre o caso.

O referendo, chamado de "Proposta 8", será realizado no dia 4 de novembro, na Califórnia, paralelamente à eleição presidencial americana.

"Ninguém tem direito a negar aos outros seu modo de vida, mesmo que não concorde com ele, porque todos têm o direito de viver a vida que desejam, desde que não prejudiquem o outro. A discriminação não tem lugar nos Estados Unidos, meu voto será pela igualdade e contra a Proposta 8", diz Brad Pitt em um comunicado publicado pelo Los Angeles Times.

Outros astros que compareceram à pré-estréia Hollywoodiana de "Segurando as pontas": Emile Hirsch, de "Speed Racer", Alicia Silverstone, de "Scooby Doo", e o cineasta Judd Apatow (Foto: Phil McCarten/Reuters)

A atriz Amanda Peet, o astro da série "007" Daniel Craig (acompanhado de sua namorada, a produtora Satsuki Mitchell) e a estrela Elizabeth Banks chegam ao evento de lançamento (Foto: Phil McCarten/Reuters)

A pré-estréia de "Segurando as pontas" também atraiu o humorista Jim Carrey e a atriz Amber Heard, que integra o elenco do longa; a comédia entra em cartaz nos cinemas brasileiros em outubro (Foto: Phil McCarten/Reuters)

Seth Rogen (ao lado de Lauren Miller), astro de "Ligeiramente grávidos", é protagonista e roteirista da comédia "Segurando as pontas", que teve lançamento em Hollywood nesta quinta (31) (Foto: Phil McCarten/Reuters)
Lançamento de "Segurando as pontas" reúne Jim Carrey, Daniel Craig e outros.
Longa é escrito e estrelado por Seth Rogen, protagonista de "Ligeiramente grávidos".