Na semana que vem, Oprah, 57, põe fim ao seu programa, o principal da tarde da TV americana e sem um concorrente que possa ser visto como um substituto provável para receber seus milhões de telespectadores.
De 1986 para cá, Oprah não só desbancou todos os rivais como também se tornou uma das celebridades mais influentes dos EUA.
Oprah Winfrey se emociona durante a gravação do antepenúltimo programa, em Chicago
Também teve um raríssima penetração global para apresentadores americanos (alguém se lembra do bigodudo Geraldo Rivera, que chegou a passar no SBT?).
O apoio dela à candidatura do então novato senador Barack Obama à presidência foi considerado um dos motores que impulsionaram a vitória do democrata em 2008.
Ainda que tenha perdido a liderança da lista da "Forbes" de celebridades mais poderosas, é improvável que a sua sucessora, Lady Gaga, consiga tal façanha.
Aliás, os programas de segunda e terça serão uma coleção dessas celebridades: Cruise, Madonna, Will Smith e Michael Jordan estarão no palco em Chicago para se despedir da apresentadora.
Até Maria Shriver apareceu no programa, gravado nesta semana, em meio ao escândalo da sua separação de Arnold Schwarzenegger.
Até o fechamento desta edição, o último programa era uma incógnita. A única dica é que será com o "convidado favorito de todos os tempos". Improvável, portanto, que seja David Letterman, com quem Oprah ficou de mal durante anos depois de ele zombar do nome dela.
PATRIMÔNIO
Apesar de ser exibido cinco dias por semana em 140 países, o programa perdeu audiência ao longo dos anos com a maior concorrência da TV a cabo e de outras mídias. Foi de uma média de 12,6 milhões de telespectadores nos anos 90 para 5,5 milhões na última temporada.
Além do patrimônio de US$ 2,7 bilhões, Oprah é dona do seu próprio canal de TV a cabo, o OWN (Oprah Winfrey Network), que estreou nos EUA neste ano.
O canal deve ser o caminho dela, ainda que ela não tenha data para estrear o seu programa lá. No Brasil, o último episódio de Oprah Winfrey Show vai ao ar no GNT em 10 de junho, às 18h, com reapresentação às 23h15.

A primeira exibição de Crepúsculo na TV aberta brasileira, ocorrida ontem à noite, deveria ser motivo de comemoração, tanto para fãs da série quanto para a Rede Globo. Afinal de contas, era um sucesso de audiência praticamente garantido. Só que não foi bem isto que aconteceu.
Na manhã de hoje uma enxurrada de reclamações contra a Rede Globo chegou ao Twitter. O motivo foi a dublagem utilizada, diferente da existente no DVD e que rebatizou vários personagens. A modificação mais marcante foi a do vampiro interpretado por Robert Pattinson, que deixou de ser Edward e foi chamado como Eduardo.
A adaptação de nomes estrangeiros para a língua portuguesa é normal na literatura, como pode ser visto nas séries Harry Potter e As Crônicas de Nárnia. A diferença em relação a Crepúsculo é que tanto os livros quanto os filmes, no cinema, mantiveram os nomes originais dos personagens. Ou seja, a modificação feita valeu apenas para a versão exibida pela Rede Globo.
Outra crítica dos fãs foi o uso de gírias brasileiras nos diálogos, como “gorilinha gostoso”. O resultado foi que várias referências à versão exibida ontem figuraram nos Trending Topics, a lista dos termos mais citados no Twitter. O mais persistente deles é “Eduardo Cullen”.
Até o momento a Rede Globo não se pronunciou sobre a polêmica, nem divulgou a audiência obtida com a exibição do filme em sua programação.
Entre as reclamações estão a tradução do nome do protagonista de Edward para Eduardo Cullen, a pronúncia errada de nomes de outros personagens e o uso de gírias brasileiras nos diálogos.
Também pelo Orkut é possível perceber grande irritação dos fãs e admiradores do filme de sucesso mundial. Veja alguns comentários do Orkut (comunidade oficial crepúsculo)
Pena de pagar o preço combrado pelo direito da dublagem original, e ela mesmo pagou pra mandra fazer a dublagem pra ficar mais barato. E deu na merda que deu.
Dublagem ridicula"
Nao desistam , continuem mandando e-mails , até que eles façam agm coisa (:"
Programa da HBO traz combates entre Japão e EUA na 2ª Guerra.
Nos últimos anos, a HBO perdeu a hegemônia que tinha desde o começo dos anos 2000 na TV americana, época de “Sex and the city” e “Família Soprano”. Canais fechados pequeninos, como Showtime e o AMC, mostraram com “Mad men”, “Dexter” e “Breaking bad” que a produção de seriados de qualidade impecável náo é mais restrita a uma única emissora da TV a cabo.
Porém, com “The Pacific” a HBO mostra que em um quesito ela ainda é imbatível: a produção de minisséries grandiosas. Com estreia às 22h deste domingo (11), o seriado de 10 episódios semanais é um épico de guerra produzido por Tom Hanks, Steven Spielberg e Gary Koetzman, que repetem a premiada parceria de “Band of brothers” (minissérie da HBO de 2001).
A produção é a série mais cara da história da TV, com um custo total de US$ 200 milhões, o que dá uma média de US$ 2 milhões por episódio. As gravações aconteram na Austrália e mostram os violentos combates entre soldados americanos e japoneses em ilhotas do Pacífico durante a 2ª Guerra Mundial.
A história de “The Pacific” é contada pelo olhar de três ex-combatentes, Robert Leckie, Eugene Sledge e John Basilone – vividos na tela pelos quase desconhecidos (mas ótimos) James Badge Sale, Joe Mazzello e Jon Seda.
'Guerra ao terror'
O 1º episódio apresenta o trio se despedindo de seus familiares antes da batalha de Guadalcanal, em agosto de 1942. A cena da chegada deles ao local, aliás, lembra bastante o desembarque cinematográfico à Normandia de “O resgate do soldado Ryan”, também de Hanks e Spielberg.
Os soldados são jovens, muitos acabaram de sair da adolescência e não têm idéia de quem seja o adversário. Lá eles passam fome, frio, tédio, dormem na chuva e correm o risco de contrair Malária. Aqui, Hanks e Spielberg optam por mostrar o horror da guerra, das atrocidades que ocorrem de ambos os lados.
A narrativa documental de Leckie é uma ferramenta a mais para a crítica, um trunfo interessante de uma Hollywood dita imparcial pós “Guerra ao terror”, filme que ganhou o Oscar de 2010 ao desglamourizar a Guerra do Iraque.
“The Pacific” é um primor técnico, de fazer a alegria de quem investiu em aparelhos de áudio e vídeo em alta definição. Assisti-la e não fazer comparações com “Band of brothers” ou mesmo “O resgate do soldado Ryan” é impossível.
A minissérie deve ser encarada como mais um capítulo de uma saga, uma sequência de um tema com possibilidades de histórias infinitas que Spielberg e Hanks não se cansam de explorar.

De acordo com o site TMZ, a prisão de Coleman foi motivada por uma ordem de detenção antiga e o nome da vítima não foi divulgada. Para ser solto, o ator terá que pagar fiança de 1.725 dólares, o que equivale a aproximadamente R$ 3.015.
Coleman já foi candidato ao governo da Califórnia em 2003. Ele sofre de uma disfunção renal que o impossibilitou de crescer. Em “Arnold”, que foi filmado até 1986, o ator apresentava aparência semelhante à de uma criança de oito anos.
O diretor J.J. Abrams, criador da série de TV "Lost" e do filme "Cloverfield - Monstro", anunciou nesta sexta-feira (27) a renovação de seu contrato com o estúdio Paramount até 2013.
Atualmente, o cineasta e o estúdio trabalham no lançamento do filme "Star Trek", dirigido e produzido por Abrams. A adaptação chega aos cinemas americanos dia 8 de maio.
J.J. Abrams e seu sócio na produtora Bad Robot, Bryan Burk, estão ligados à Paramount desde julho de 2006. O primeiro longa-metragem lançado por meio da parceria foi "Cloverfield", que faturou cerca de US$ 170 milhões em bilheterias em todo o mundo. Em comunicado, o diretor classificou sua parceria com a Paramount como "divertida e produtiva".
Em junho, o diretor deve começar a produzir mais um longa, "Morning glory", que será estrelado por Harrison Ford e Rachel Adams. A direção será de Roger Michell.

